Open Conference Systems, 16th SGBED & XII ESPM International Conference in Management

Font Size: 
FDI Determinants in brazilian Health Plan
João Paulo Calembo Batista Menezes, Márcio Augusto Gonçalves, Luiz Cláudio Louzada

Last modified: 2019-03-26

Abstract


The health market in Brazil was the object of changes in public policy that allowed changes in its financing structure. These changes, the first of them in 2001, allowed Foreign Direct Investment (FDI) in the supplementary health segment, and the second, in 2015, extended this possibility to the hospital segment in general. This research aimed to identify the determinant variables of FDI in the Brazilian supplementary health market in the period from 2007 to 2016. This research was carried out to identify the corporate structures of the Brazilian Health Plan that had FDI and their determinant variables over a period of 10 years. From the data collected at the Administrative Council for Economic Defense (CADE) and the National Supplementary Health Agency (ANS), among 1769 Brazilian health plan companies that had financial information available we identify 46 with FDI. The variables BENEFEXCL and EBITDATRAD were the main determinants of FDI in the health plan sector in the period. The results show that the selection of risk by the health plan investors is a decision-making factor in the origin of the investment, whether national or foreign, and the consumers are also considered a factor of access to the market. Regarding cash flow issue, the results corroborate the fact that this is a growing sector, with financial returns considered stable.

Keywords


Health Plan; FDI; Random Forest

References


Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). (2017a). Anuário: Aspectos econômico-financeiros das operadores de plano de saúde (Vol. 12). Rio de Janeiro: ANS. Recuperado de http://www.ans.gov.br/images/stories/Materiais_para_pesquisa/Perfil_setor/Anuario/2016_anuario.pdf

Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). (2017b). Dados Gerais. Recuperado 16 de maio de 2017, de http://www.ans.gov.br/perfil-do-setor/dados-gerais

Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). (2018a). ANS Tabnet - Informações em Saúde Suplementar. Recuperado 11 de setembro de 2017, de http://www.ans.gov.br/anstabnet/cgi-bin/dh?dados/tabnet_br.def

Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). (2018b). Índice de Reclamações. Recuperado 11 de setembro de 2018, de http://www.ans.gov.br/planos-de-saude-e-operadoras/informacoes-e-avaliacoes-de-operadoras/indice-de-reclamacoes

Albuquerque, C., Piovesan, M. F., Santos, I. S., Martins, A. C. M., Fonseca, A. L., Sasson, D., & Simões, K. de A. (2008). A situação atual do mercado da saúde suplementar no Brasil e apontamentos para o futuro. Ciência & Saúde Coletiva, 13(5), 1421–1430.

Almeida, C. (1998). O Mercado Privado de Serviços de Saúde no Brasil: Panorama Atual e Tendências da Assistência Médica Suplementar. Brasília: IPEA. Recuperado de http://www.ipea.gov.br/agencia/images/stories/PDFs/TDs/td_0599.pdf

Alsan, M., Bloom, D. E., & Canning, D. (2006). The effect of population health on foreign direct investment inflows to low-and middle-income countries. World Development, 34(4), 613–630.

Assaf Neto, A., & Lima, F. G. (2014). Curso de administração financeira (3o ed). São Paulo: Atlas.

Avelar, E. A. (2018). Efeitos da regulação no desempenho econômico-financeiro de Organizações de Saúde. Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte. Recuperado de http://cepead.face.ufmg.br/btd/files/520/aid520n2a1.pdf

BACEN, B. C. do B. (2018). Censo de capitais estrangeiros no País. Recuperado 23 de janeiro de 2019, de https://www.bcb.gov.br/Rex/CensoCE/port/TabelasRelatorioIDP2016.xlsx

Barbosa, C. A. P. (2011). Poder de mercado e eficiência: o movimento de fusões e aquisições no mercado bancário brasileiro no período de 2005 a 2009. Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo. Recuperado de http://tede.mackenzie.br/jspui/handle/tede/780

Barbosa, J. H. de F. (2017). Early Warning System para distress bancário no Brasil. Universidade de Brasília, Brasília. Recuperado de http://repositorio.unb.br/handle/10482/24912

Barboza, F. L. de M. (2015). Modelos computacionais e probabilísticos em riscos de crédito. Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo.

Bragança, C. G., Pinheiro, L. E. T. P., Bressan, V. G. F., & Soares, L. A. C. F. (2017). Liquidação de operadoras de planos de assistência à saúde no Brasil. In XX SEMEAD - Anais. São Paulo. Recuperado de http://login.semead.com.br/20semead/arquivos/1472.pdf

BRASIL. Lei no 8.080 (1990). Recuperado de http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L8080.htm

BRASIL. Medida Provisória no. 1.908-18 (1999). Recuperado de http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/mpv/Antigas/1908-18.htm

BRASIL. Medida Provisória no. 2177-44 (2001). Recuperado de http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/mpv/2177-44.htm

BRASIL. (2007). Sistema Único de Saúde / Conselho Nacional de Secretários de Saúde. Brasília: CONASS.

BRASIL. Lei no 13.097 (2015). Recuperado de https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13097.htm

Breiman, L., Friedman, J. H., Olshen, R. A., & Stone, C. J. (1984). Classification and regression. New York: Chapman & Hall.

Camargos, M. A., & Barbosa, F. V. (2009). Fusões e aquisições de empresas brasileiras: criação de valor e sinergias operacionais. Revista de Administração de Empresas, 49, 206–220.

Camargos, Marcos Antônio. (2008). Fusões e aquisições de empresas brasileiras: criação de valor, retorno, sinergias e risco (Tese de doutorado). UFMG, Belo Horizonte.

Fernández-Delgado, M., Cernadas, E., Barro, S., & Amorim, D. (2014). Do we need hundreds of classifiers to solve real world classification problems? The Journal of Machine Learning Research, 15(1), 3133–3181.

Ferreira, D. Q. G. (2013). Os determinantes da integração vertical na saúde suplementar segundo a teoria dos custos de transação. Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. Recuperado de http://www.ie.ufrj.br/images/pos-graducao/pped/dissertacoes_e_teses/Tese_Denilson_Queiroz_v.definitiva.pdf

Folland, S., Goodman, A. C., & Stano, M. (2008). A Economia da Saúde (5o ed). Porto Alegre: Bookman.

Gaynor, M., Ho, K., & Town, R. (2014). The Industrial Organization of Health Care Markets. Cambridge, Mass: National Bureau of Economic Research. Recuperado de http://www.nber.org/papers/w19800

Gitman, L. J., & Zutter, C. J. (2011). Principles of Managerial Finance, Student Value Edition. Prentice Hall PTR. Recuperado de

Gonçalves, M. A. (2002). A comparative study of hospital management in Great Britain and Brazil : cost information use (PhD thesis). Aston University. Recuperado de http://eprints.aston.ac.uk/10772/

Greβ, S. (2006). Regulated Competition in Social Health Insurance: A Three-Country Comparison. International Social Security Review, 59(3), 27–47. https://doi.org/10.1111/j.1468-246X.2006.00246.x

Hill, C. W. L. (2014). International business : competing in the global marketplace (10. ed., global ed.). Maidenhead, Berkshire: McGraw-Hill Education. Recuperado de http://www.gbv.de/dms/zbw/780061454.pdf

Hitt, M. A., Ireland, R. D., & Harrison, J. S. (2001). Mergers and Acquisitions: A Guide to Creating Value for Stakeholders. Nova York: Oxford University Press.

Hitt, Michael A., Ireland, R. D., & Hoskisson, R. E. (2003). Strategic management : competitiveness and globalization (5. ed). Mason, Ohio u.a.: Thomson/South-Western. Recuperado de http://www.gbv.de/dms/hbz/toc/ht013622355.pdf

Jarman, H., & Greer, S. (2010). Crossborder trade in health services: lessons from the European laboratory. Health Policy, 94(2), 158–163.

Kirasich, K., Smith, T., & Sadler, B. (2018). Random Forest vs Logistic Regression: Binary Classification for Heterogeneous Datasets. SMU Data Science Review, 1(3). Recuperado de https://scholar.smu.edu/datasciencereview/vol1/iss3/9/

Koshiyama, D. B., & Martins, M. (2008). Fusões e aquisições e concentração industrial na indústria brasileira de agroquímicos, no período 1990-04. Ensaios FEE, 29(1).

Kursa, M. B., & Rudnicki, W. R. (2010). Feature selection with the Boruta package. Journal of Statistical Software, 36(11), 1–13.

Long, W., Song, L., & Cui, L. (2017). Relationship between Capital Operation and Market Value Management of Listed Companies Based on Random Forest Algorithm. Procedia Computer Science, 108, 1271–1280.

Médici, A. C. (1992). Incentivos governamentais ao setor privado de saúde no Brasil. Revista de Administração Pública, 26(2), 79–115.

Müller, J. (1976). The Impact of Mergers on Concentration: A Study of Eleven West German Industries. The Journal of Industrial Economics, 25(2), 113–132.

Ocké-Reis, C. O. (2000). O Estado e os Planos de Saúde no Brasil. Revista do Serviço Público, 1(51). Recuperado de http://seer.enap.gov.br/index.php/RSP/article/view/321/327

Ocké-Reis, C. O. (2002). A Regulamentação dos Planos de Saúde: uma questão de Estado. Políticas Sociais - acompanhamento e análise no 4. Recuperado de http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/politicas_sociais/Regulamentacao4.pdf

Outreville, J. F. (2007). Foreign direct investment in the health care sector and most-favoured locations in developing countries. The European Journal of Health Economics, 8(4), 305–312.

Palczewska, A., Palczewski, J., Robinson, R. M., & Neagu, D. (2014). Interpreting random forest classification models using a feature contribution method. In T. Bouabana-Tebibel & S. H. Rubin, Integration of reusable systems (p. 193–218). Springer.

Pessanha, G. R. G., Calegario, C. L. L., Safadi, T., & de Azara, L. N. (2012). Impactos das estratégias de fusão e aquisição na rentabilidade dos bancos adquirentes: uma aplicação dos modelos de intervenção no setor bancário brasileiro. Revista de Administração Mackenzie (Mackenzie Management Review), 13(5).

Rai, B. (2017). Feature Selection and Predictive Modeling of Housing Data Using Random Forest. World Academy of Science, Engineering and Technology, International Journal of Social, Behavioral, Educational, Economic, Business and Industrial Engineering, 11(4), 919–923.

Romaro, P. (2016). Fatores de sucesso dos Investimentos Externos Diretos - IEDs através de fusões e aquisições cross border. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo. Recuperado de https://tede2.pucsp.br/handle/handle/19407

Rudnicki, W. R., Wrzesień, M., & Paja, W. (2014). All relevant feature selection methods and applications. In U. Stańczyk & L. Jain (Orgs.), Feature Selection for Data and Pattern Recognition (Vol. 584, p. 11–28). Springer.

Sampaio, L. M. D. (2008). Análise e Classificação das Operadoras da Saúde Suplementar (Tese de doutorado). UFRJ, Rio de Janeiro.

Santos, H. G. dos. (2018). Comparação da performance de algoritmos de machine learning para a análise preditiva em saúde pública e medicina (Doutorado em Epidemiologia). Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6141/tde-09102018-132826/pt-br.php

Santos, I. S. (2011). Evidência sobre o mix público-privado em países com cobertura duplicada: agravamento das iniquidades e da segmentação em sistemas nacionais de saúde. Ciência & Saúde Coletiva, 16, 2743–2752.

Silva, V. V., & Loebel, E. (2017). Análise do desempenho econômico-financeiro de operadoras de planos privados de saúde do setor brasileiro de saúde suplementar. RAHIS, 13(3).

Smith, R. D. (2004). Foreign direct investment and trade in health services: a review of the literature. Social science & medicine, 59(11), 2313–2323.

Tanaka, K., Kinkyo, T., & Hamori, S. (2016). Random forests-based early warning system for bank failures. Economics Letters, 148, 118–121.

Varian, H. R. (2014). Big data: New tricks for econometrics. Journal of Economic Perspectives, 28(2), 3–28.

Varum, C. A., Da Silva, H. M. V., Resende, J., Pinho, M., Sarmento, M. P. V., & Jorge, S. F. (2016). Economia Industrial - Teoria e Exercícios Práticos (1o ed). Lisboa (Portugal): Edições Sílabo.

Vasconcelos, B. F. B. de. (2017). Poder preditivo de métodos de Machine Learning com processos de seleção de variáveis: uma aplicação às projeções de produto de países (Doutorado em Economia). Universidade de Brasília, Brasília.

von Eiff, C. A., & Goldschmidt, A. J. W. (2016). Mergers and Acquisitions in der Gesundheitswirtschaft: Trends und Strategieoptionen. In H.-D. Steinmeyer, N. Roeder, & W. von Eiff (Orgs.), Medizin-Haftung-Versicherung (p. 329–338). Berlin: Springer.

Weinblat, J. (2018). Forecasting European high-growth Firms - A Random Forest Approach. Journal of Industry, Competition and Trade, 18(3), 253–294. https://doi.org/10.1007/s10842-017-0257-0

World Health Organization (WHO). (2016). Global Health Expenditure Database. Recuperado 23 de julho de 2016, de http://apps.who.int/nha/database/Select/Indicators/en

Yeh, C.-C., Chi, D.-J., & Lin, Y.-R. (2014). Going-concern prediction using hybrid random forests and rough set approach. Information Sciences, 254, 98–110. https://doi.org/10.1016/j.ins.2013.07.011


Conference registration is required in order to view papers.